terça-feira, 18 de março de 2014
Ainda no âmbito da semana da Leitura que decorre de 17 a 21 de março, e, depois da sessão sobre Provérbios.
Hoje, dia 18 de março , a Biblioteba Municipal promoveu uma atividade que engloba todas as escolas da cidade e que se intitula a " Estafeta do Conto". Tem como objetivo, partindo dos "Direitos do Leitor" de Daniel Pennac que servem como mote , cada escola ir contar a outra um conto ou ler um poema.
A Biblioteca recebeu alunos do 4º ano da Escola Básica do Bom João, leram o poema de Álvaro Magalhãe "O Brincador". A audiência estava atenta para tão jovens oradores! De seguida, Dois alunos nossos do 11º ano C,o Francisco e a Anny foram à Escola Básica de Santo António ler um conto de José Jorge Letria "Ali Kate e o tapete voador" a uma turma de 9º ano.
quarta-feira, 12 de março de 2014
A sala estava composta mesmo sem haver muitas perguntas, os nossos alunos mostraram-se curiosos no decorrer da sessão, pois à medida que o escritor ia falando, denotava-se uma certa expectativa no olhar dos alunos.
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10 de março 2014,
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Realizou-se no dia 26 de fevereiro, às 15h15, na Biblioteca, uma atividade intitulada "À descoberta dos Açores". Durante cerca de noventa minutos viajámos através da música e da cultura açoriana nas vozes do Sr Henrique e do Sr.João que com uma vitalidade e alegria partilharam os seus temas e as suas melodias.
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26 fevereiro 2014,
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
A carta emocionada que Tordo filho escreveu a (e sobre) Tordo pai
O escritor João Tordo publicou, esta quarta-feira, no seu blogue um texto dedicado ao pai, o músico Fernando Tordo, que ontem, aos 65 anos, emigrou para o Brasil. No texto ‘Uma carta ao pai’, o escritor conta que se sentiu “triste” e, “ao mesmo tempo, feliz” com a partida do pai pela “coragem de começar outra vez”. Mas “lamenta o ódio” por alguns manifestado no Facebook, lembrando que em causa está, “quer se queira, quer não,” um homem que “faz parte da história da música em Portugal”.
PAÍS
Ontem, o meu pai foi-se embora. Não vem e já volta; emigrou para o Recife e deixou este país, onde nasceu e onde viveu durante 65 anos. A sua reforma seria, por cá, de duzentos e poucos euros, mais uma pequena reforma da Sociedade Portuguesa de Autores que tem servido, durante os últimos anos, para pagar o carro onde se deslocava por Lisboa e para os concertos que foi dando pelo país”.
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É desta forma que começa o texto ‘Uma carta ao pai’ que, esta quarta-feira, o escritor João Tordo publica no seu blogue e no qual descreve como se sentiu ao ver o pai, o músico Fernando Tordo, “um tipo simpático e cheio de humor, que está bem com a vida”, partir “com uma mala às costas e uma guitarra na mão, aos 65 anos, cansado deste país”.
“Ontem, quando me deitei, senti-me triste. E, ao mesmo tempo, feliz. Triste, porque o mais normal é que os filhos emigrem e não os pais”, confessa o escritor, sugerindo que “talvez Portugal tenha sido capaz, nos últimos anos, de conseguir baralhar essa tendência”; e “feliz, porque admiro-lhe a coragem de começar outra vez num país que quase desconhece (e onde quase o desconhecem), partindo animado pelas coisas novas que irá encontrar”.
Sublinhando que “tudo isto são coisas pessoais que não interessam a ninguém”, João Tordo afirma que “quer se goste ou não da música que fez, foi uma figura conhecida desde muito novo” e, ainda assim, “se limitou a anunciar a [partida] no Facebook”.
Mas se “muita gente se despediu com palavras de encorajamento (…) outros, contudo, mandaram-no para Cuba (…) ou disseram que já devia ter emigrado há muito. Chamam-lhe palavrões dos duros. Associam-no à política, (…) e perguntaram o que iria fazer: limpar WC's e cozinhas? Usufruir da reforma dourada? Agarrar um ‘tacho’ proporcionado pelos ‘amiguinhos’?”.
“Eu entendo o desamor. O que eu não entendo é o ódio”, confessa o escritor, reiterando que “quer se queira, quer não, ele faz parte da história da música em Portugal” e “partiu, aos 65 anos, cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba, a Coreia do Norte ou limpar WC's e cozinhas encontrarão, finalmente, a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows da televisão, as telenovelas e a vergonha”.
João Tordo encerra o texto sublinhando que “os nossos governantes têm-se preparado para anunciar, contentíssimos, que a crise acabou, esquecendo-se de dizer tudo o que acabou com ela. A primeira coisa foi a cultura, (…) a segunda a felicidade, a terceira, a esperança, e a quarta (…) o meu pai, e outros como ele, que se recusam a ser governados por gente que fez tudo para dar cabo deste país”.
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No dia 17 de fevereiro, pelas 15h15, na BE, assistimos a uma palestra na 1ª pessoa sobre ANOREXIA, uma doença cada vez mais atual.
Ana Raquel Dâmaso partilhou connosco o seu sofrimento e a coragem de ultrapassar anos de angustias e de incertezas quanto ao seu futuro.
"Um testemunho tocante e sincero de alguém que,apesar de atravessar um mundo se sombras e incertezas, conseguiu libertar-se das garras da anorexia e renascer para nos iluminar com a sua força e o seu sorriso...Obrigada Ana"
Noélia Santos
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Palestra sobre "Anorexia"
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Decorreu hoje na BE, como previsto "O Recital do Amor"
com canções e poemas alusivos ao amor, de autores portugueses e estrangeiros. A
turma do 11º A encheu a biblioteca de sons e palavras que
contribuíram mais uma vez para fazer deste espaço, um local de partilhas e
também de boa disposição,
Os colegas e os professores deliciaram-se com os poemas de Pessoa,
Manuel Alegre entre outros e também músicas de Rui Veloso.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
E estamos no mês de fevereiro, o mais pequeno do ano. Muitos esperam com alegria o dia de São Valentim para expressar o seu amor, a sua paixão mas...de onde vem esta tradição de festejar o dia de São Valentim??
São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média,, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimónio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no Século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
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